A vida da gente
de vez em quando enrrosca
de um jeito
que termina fazendo um nó
daqueles difígeis de desamarrar...
A garganta amarga
O estômago desce
E o coração da gente
Fica na mão
Pequenino feito botão...
Os olhos que não páram de lacrimejar
E o sentimento apertado
Atado à perda da poesia
que o circo nos fez relembrar...
Peço a Deus
Alforria,
Peço aos Céus
Perdão,
Se a vida é ping pong
Tudo o q vai, retorna
A volta do mundo
A gente vai dar
E esse nó desatar.
Isa Carvalho.
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
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